terça-feira, 23 de outubro de 2018

Tonhô Pascoal


ANTONIO PASCOAL FILHO, conhecido por Tonhô Pascoal, nasceu no dia 17 de dezembro de 1924, no Sítio Várzea, na época encravado no município de Apodi, e hoje no município de Felipe Guerra/RN, filho de Antonio Pascoal da Costa e de Cecília Marques de Souza. Ficou órfão do pai e passou como filho de maior idade, a ser o responsável pela casa juntamente com 14 irmãos, sendo 10 homens e 4 mulheres.     

Trabalhava na agricultura familiar e no período do verão costumavam fazer o corte de palhas onde passavam  180 dias acampados com toda família em uma grande barraca no centro do carnaubal.
                      
Estudou na  Isolada do Sítio Rosário com a  professora Abigail Feitoza, onde estudou até o 5º ano primário, já depois de adulto. 

Em 22 de novembro de 1965, casou-se com a professora comunista Abigail Feitoza Pascoal que o incentivou a enveredar na política, sempre fiel ao grupo político do Dr Eilson Gurgel,  lider do recém criado município de Felipe Guerra(antiga Pedra de Abelhas). Desse matrimônio tiveram 06 filhos: Francisco Ubirajara Feitoza Pascoal, Francisco Ubiracy Feitoza Pascoal, Francisco Uerbet Feitoza Pascoal, Francisco Feitoza Sobrinho, Júlia Cecília Feitoza Pascoal e Jacira Cristine Feitoza Pascoal, e e mais outros 10 que vieram estudar e foram criados como filhos por Dona Abigail e Seu Tonhô.

Quando sua esposa faleceu em 17 de outubro de 1977, foi um verdadeiro  herói criando os filhos sozinho, todos com honra e responsabilidade.

Foi o primeiro membro da família Pascoal a ser político, depois teve seu irmão Raimundo Pascoal, que foi vereador, vice-prefeito e prefeito por duas vezes do município de Felipe Guerra.Atualmente temos os vereadores Ubiracy e Ronaldo Pascoal(filho de Raimundo) exercendo mandato legislativo, que fora iniciado por Tonhô Pascoal, em uma época que vereador nem provento recebia.

Em  24 de janeiro de 1965, ingressou na política felipense ao ser eleito vereador pelo Partido Social Progressista(PSP) com 67 votos, tornando-se o 4º mais votado naquele pleito. Foi empossado no cargo em 31 de janeiro de 1965.

Em  15 de novembro de 1968 foi reeleito com 55  votos pela Aliança Renovadora Nacional(ARENA). Tomou posse  no dia 31 de janeiro de 1969, concluindo o mandato em 1973.

Na eleição de 1972, disputou novamente o cargo de vereador de Felipe Guerra, obteve 81 votos,  mas não foi eleito, ficou na 1º suplência.

Na eleição municipal de 15 de novembro de  1976,   foi eleito  pela ARENA com 108 votos como o segundo mais votado,   para o terceiro mandato de vereador, tomando posse em 31 de janeiro de 1977, permanecendo no cargo até 1982. Foi Vice-Presidente da Câmara Municipal de Felipe Guerra.

No ano de 1982, disputou novamente uma vaga na Câmara Municipal, desta vez pelo Partido Democrático Social(PDS), tendo obtido 112 votos, ficando na 2º suplência  da coligação.

Seu Tonhô era um homem muito simples, costumava  tratava as pessoas como "belezinha", foi o vereador que fazia estradas desde o Sítio Rosário até  "Pedra de Abelhas" com as próprias mãos, era em uma carroça que prestava assistência quando alguém adoecia.

Após deixar a política, passou a dedica-se a família. Antonio Pascoal Filho faleceu em sua terra natal, no dia 05 de junho de 2005, aos 80 anos de idade, vítima de problemas cardíacos.

*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra-Portal Fatos do RN 

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Diploma de Tonhô Pascoal, 1968

Clique na imagem para ampliar. Diploma de Vereador de Antonio Pascoal Filho 

Tonhô Pascoal foi reeleito vereador do município de Felipe Guerra com 55 votos pela legenda da ARENA(Aliança Renovadora Nacional) na eleição municipal de 15 de novembro de 1968. Tonhô foi o sexto mais votado daquele pleito.

Vale lembrar que ele conquistou seu primeiro mandato no pleito de 24 de janeiro de 1965.

*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra - Portal Fatos do RN 

Apontamentos para a história do Sítio "Passagem Funda"

Por Marcos Pinto*

Antigo Casarão no Sítio "Passagem Funda" em Felipe Guerra - RN.

Feudo territorial da tradicional família nordestina CAVALCANTI. O sítio "Passagem Funda" foi o primeiro embrião de núcleo estradeiro do município de Apodi. Surgiu como local de repouso e abrigo para comboeiros que desciam a região do alto oeste com destino à Mossoró, para onde levavam algodão e voltavam carregados com sal e outros gêneros mercantís. Até o ano de 1948 ligava as longínquas áreas povoadas do interior ao efervescente comércio de Mossoró. O trajeto desta estrada, começando do Apodi, e seguindo pela várzea até "Passagem Funda" e Mossoró, fazia-se a travessia do rio em 20 lugares distintos. Resultou daí o aperfeiçoamento constante de antigas rotas, com a consagração de novos caminhos vicinais. Além do mais, favoreceu o máximo aproveitamento do escasso elemento humano para a ocupação territorial.

O sítio "Passagem Funda" é um ameno recanto protegido por íngremes escarpas da serra do Apodi. Proporcionava a improvisação de estabelecimentos curraleiros para o descanso das caravanas comerciais - os conhecidos comboios – que demandavam rumo à Mossoró, formando tráfego intenso de mercadorias várias. Ao fluxo comercial acresceu-se a chegada de povoadores, como consequência de prolongadas irregularidades climáticas, os quais passavam a dedicarem-se ao cultivo do arroz,alho, batata doce e feijão.

Nas abordagens históricas empreendidas em antigos inventários, deparamo-nos com o inventário do patriarca da família CAVALCANTI, o Sr. DOMINGOS ALVES FERREIRA CAVALCANTI, que chegou em "Passagem Funda" no ano de 1805, vindo da Paraíba, região de Bananeiras. Era irmão do revolucionário de 1817 (Revolução Pernambucana) Manoel Januário Bezerra Cavalcanti e do Capitão Antonio Alves Ferreira Cavalcanti, comandante militar e residente na então Vila de Portalegre. 
Domingos casou com sua parente Maria Joana do Espírito Santo. Domingos faleceu na sua fazenda "Passagem Funda" a 20 de Outubro de 1830, e sua esposa Maria Joana na mesma fazenda a 06 de Junho de 1862, deixando os seguintes filhos, dos quais descendem todos os ALVES e CAVALCANTI dos atuais municípios de Apodi e Felipe Guerra:

F.01- MARIA CLARA ALVES BEZERRA CAVALCANTI - Casou com o Capitão Vicente Ferreira Pinto (o 2º deste nome) e foram pais do Coronel Antonio Ferreira Pinto, do Apodi.
F.02- FRANCISCA ALEXANDRINA BEZERRA CAVALCANTI - Casou com seu primo José Joaquim Bezerra Cavalcanti Jr. (Do Assu-RN).
F.03- DOMINGOS ALVES FERREIRA CAVALCANTI JR. - Casou na Matriz do ICÓ-CE a 08.07.1834 com Maria Felícia de Jesus,filha de Manoel Moreira Maia e Ana Felícia de Jesus.
F.04- A F.11 - MANOELA, JOÃO RÉGIS CAVALCANTI, JOSÉ ALVES CAVALCANTI, MARIANA, ANTONIO, ANTONIA, TRISTÃO e MARIA ANGÉLICA.

*Marcos Pinto  é historiador e advogado.

Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra - Portal Fatos do RN 

sábado, 20 de outubro de 2018

Max Morais


MAX IRAN DE MORAIS, nasceu na Maternidade Claudina Pinto no dia 20 de outubro de 1989, no município de Apodi/RN, mas reside desde a sua infância no Sítio Santana, comunidade rural localizada entre os municípios de Felipe Guerra e Caraúbas. É filho do casal Izaias Iran de Morais e Martilene Valentim de Morais. É neto materno de Raimundo Euclides e Maria da Salete Morais, e neto materno de Francisco Bezerra de Morais e Maria Valentim de Morais. 

Começou a estudar aos 02 anos de idade, na creche comunitária de Santana, logo depois passou a frequentar a Escola Isolada  nessa mesma comunidade, onde cursou do 1º ao 5° ano. Devido a sua comunidade não ofertar o ensino fundamental completo, estudou do 6º ao 9º ano na Escola Municipal Professor Francisco de Acací Viana, no Sítio Mariana, municipio de Caraúbas/RN, até o ano de 2004.  Acordava de 05 horas da manhã para deslocar-se até a comunidade de Mariana, utilizando uma bicicleta como meio de transporte e muitas vezes percorria o trajeto a pé.

Desde pequeno, quando tinha apenas 08 anos de idade, Max já tinha vontade em ajudar a contribuir com a renda de sua família, vendendo verduras e fazendo vassouras de palha quando retornava da escola.

Cursou todo o ensino médio na Escola Estadual Antônio Francisco em Felipe Guerra, concluindo no ano de 2007. 

Estudou na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte(UERN), no Campus de Mossoró, onde fez alguns períodos do curso de Economia. Também cursou Matemática e Ciência da Computação na Universidade Federal Rural do Semi-Árido(UFERSA), na cidade de Caraúbas/RN. Entretanto, não concluiu nenhum destes por não está identificado com os cursos.

Ainda fez  o Curso Técnico em Agronegócio pelo SENAR RN em Apodi/RN em uma parceria com o sindicato, concluindo no ano de 2018. Como filho de agricultores, Max sempre se identificava com essa área, por isso optou por escolher o curso.
    
Max foi Bolsista do programa PIBID da UFERSA e  da EMATER RN;
Foi Monitor do Projeto Mova Brasil, projeto destinado para jovens e adultos não alfabetizados;

Foi o fundador  da  Associação dos Produtores Rurais da Comunidade de Santana(APRUCS), entidade fundada no ano de 2010, sendo eleito na época o primeiro presidente dessa entidade, e reeleito para mais um mandato no ano de 2013.

Durante o período em que esteve a frente da APRUCS diversas atividades foram realizadas em prol da melhora de sua comunidade, dentre elas podem ser citadas: natal solidário, páscoa feliz, arraial comunitário, distribuição de cestas básicas, a volta da Visão Mundial, indústria de lacticínios pelo RN Sustentável, ações voltadas na área da saúde, entre outras.

Foi membro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro(PMDB) entre 2012 e 2015, chegando a exercer a função de Presidente da Juventude PMDB de Felipe Guerra. Também fez parte da comissão estadual do partido.

Em 2015, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro(PTB), e no ano seguinte teve que se afastar da presidência da APRUCS para disputar o cargo de vereador. Decidiu disputar aquele cargo eletivo já que sentia que sua comunidade necessitava de uma pessoa que lutasse por mais  melhorias  que atendessem os moradores de Santana e demais comunidades rurais.

No dia 02 de outubro de 2016, Max Morais foi eleito o vereador mais votado de Felipe Guerra, obtendo 509 votos. Foi empossado no cargo no dia 01º de janeiro de 2017 para o quadriênio 2017/2020. Agora empossado no cargo Max espera cumprir o papel de representar o povo, elaborando projetos que tragam benefícios para o Sítio Santana, bem como para o município de Felipe Guerra.

Atualmente ocupa o cargo de 1º Secretário da Mesa-Diretora da Câmara Municipal de Felipe Guerra no biênio 2019-2020. É presidente do diretório municipal do PTB felipense.


*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra-Portal Fatos do RN 

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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Raimundo Pascoal e Manoel Rufino, campanha de 1992

Raimundo Pascoal e Manoel Rufino, candidatos a prefeito e vice-prefeito nas eleições de 1992

Raimundo Luciano da Costa Pascoal e Manoel Rufino da Costa, respectivamente candidatos a prefeito e vice-prefeito de Felipe Guerra nas eleições de de 03 de outubro 1992, chapa  que saiu vitoriosa obtendo 2.178 sufrágios.

A chapa opositora formada por Francisco Assis de Lima, vulgo "Assis Domingos"(candidato a prefeito) e Zé Guerra(candidato a vice-prefeito) obtiveram apenas 1.477 votos.
Raimundo Pascoal e Manoel Rufino assumiram a Prefeitura de Felipe Guerra em 01º de janeiro de 1993, onde permaneceram no cargo até 1996.

Fonte e Foto: Geraldo Fernandes - Historiador e Membro da Academia Apodiense de Letras(AAPOL) 

Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra - Portal Fatos do RN

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Mundinho Gurgel

RAIMUNDO GURGEL DA NÓBREGA, mais conhecido por Mundinho Gurgel, nascido em 22 de agosto de 1906, era natural da localidade de Pedra de Abelhas(atual cidade de Felipe Guerra), na época encravado no município de Apodi/RN.

Era filho do Coronel Tilon Gurgel do Amaral(filho do Coronel Tibúrcio Valeriano Gurgel do Amaral e de Jesumira Gurgel de Oliveira) e de D. Josefa Dalila de Brito.  Seu pai foi uma das maiores lideranças políticas da antiga de Pedra de Abelhas, além disso teve uma breve passagem na Prefeitura de Apodi/RN, exercendo o cargo de prefeito nomeado no ano de 1930. 

Comerciante e agricultor de prestígio, Mundinho Gurgel foi candidato a prefeito da cidade de Apodi por duas oportunidades, enfrentando o sistema político da Família Pinto. 

A primeira vez: No pleito municipal de 21 de março de 1948, candidatando-se pela legenda da União Democrática Nacional(UDN), tendo o comerciante udenista João de Deus Ferreira Pinto(dissidente da família Pinto), como companheiro de chapa. Entretanto, perderam a disputa para a chapa formada pelos farmacêuticos Francisco Holanda Cavalcante(Nenêm Holanda) e Antonio Lopes Filho, eleitos para os cargos de prefeito e vice-prefeito pelo Partido Social Democrático(PSD), ambos apoiados pelo Coronel Lucas Pinto, a maior força política da região. 

A segunda vez: No pleito municipal de 07 de dezembro de 1952, concorrendo pela legenda do Partido Republicano(PR), tendo o fazendeiro apodiense Luis Sulpino da Silveira Júnior(PR), como candidato a vice-prefeito. Novamente, Mundinho Gurgel sofreu nova derrota política, perdendo a disputa para o estudante de medicina José da Silveira Pinto(filho do Coronel Lucas Pinto), eleito prefeito municipal de Apodi pelo Partido Social Democrático(PSD), cujo vice-prefeito era o comerciante e ex-vereador apodiense, Júlio Marinho, também filiado ao PSD. 

Naquela época, as famílias Pinto e Gurgel viviam períodos de grande efervescência política e a povoação de Pedra de Abelhas(atual Felipe Guerra) ainda pertencia a cidade de Apodi. 

No ano de 1954, Raimundo Gurgel pretendia sair candidato a prefeito de Felipe Guerra(Pedra de Abelhas), nas eleições de outubro daquele ano, com reais chances de vitória, segundo notícias da época. Entretanto, Felipe Guerra teve sua criação anulada  nas vésperas da eleição que escolheria seu primeiro prefeito constitucional e retornou a condição de localidade da cidade de Apodi.

Raimundo Gurgel da Nóbrega foi casado com Naide Gurgel(sua prima) e foi pai de Raimundo Gurgel Filho, José Clauber Gurgel da Nóbrega(vulgo Zé Guerra, ex-vereador na cidade de Apodi), Francisco Assis Gurgel, Antônio Gurgel, Maria Rita Gurgel e Maria de Lourdes. Faleceu no dia 26 de julho de 1957. 

Era  sobrinho do “Coronel” Antonio Gurgel do Amaral, grande comerciante no Oeste Potiguar. Irmão do médico Eilson Gurgel do Amaral, o primeiro prefeito constitucional de Felipe Guerra, eleito pelo voto direto no ano de 1965.


Fonte: "Genealogia da Família Gurgel  - Na Trilha do Passado”, de Aldysio Gurgel.
Livro "Apodi, sua História", de Válter de Brito Guerra.

Francisco Verissimo-Blog Fatos de Felipe Guerra-Portal Fatos do RN


Nota do Blog: Essa matéria só poderá ser reproduzida em outros espaços, se conter o link dessa postagem, indicando o autor e a fonte: https://fatosdefelipeguerra.blogspot.com/2018/07/mundinho-gurgel-comerciante.html

domingo, 15 de julho de 2018

Blog Fatos de Felipe Guerra

Seja bem vindos ao blog "Fatos de Felipe Guerra", espaço destinado ao resgate da história e memória do povo felipense. Esperamos contar com a sua colaboração.
Abraço a todos


Att,
Francisco Verissimo de Sousa Neto, criador-administrador do Fatos de Felipe Guerra, integrado ao Portal Fatos do RN.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Prefeitos de Felipe Guerra/RN

Prefeitos do município de Felipe Guerra/RN,  desde 1964 até hoje. 

A cidade de Felipe Guerra, antiga povoação de "Pedra de Abelhas", foi desmembrada de Apodi no dia 18 de setembro de 1963 e instalado em  25 de outubro de 1964, com a posse do primeiro prefeito municipal, nomeado pelo Governador do Estado, dando início a sua história político-administrativa. 

1. CORONEL JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA - prefeito nomeado pelo governador do Rio Grande do Norte, Aluizio Alves. 
Mandato: 24 de outubro de 1964 a 31 de janeiro de 1965.

2. DR. EILSON GURGEL DO AMARAL -  Primeiro prefeito constitucional de Felipe Guerra, eleito através do voto direto pelo PSP(Partido Social Progressista), no primeiro do município,  realizado em 24  janeiro de 1965.
Mandato: 31 de janeiro de 1965  a 30 de junho de 1969, não concluiu seu mandato constitucional, após renunciar ao cargo por motivos pessoais.

3. JOSÉ BARRA NETO - vice-prefeito eleito,  que assumiu o comando da Prefeitura, após a renúncia do titular.
Mandato: 30 de junho e 1969 a  31 de janeiro de 1970. 

4. FRANCISCO CHAGAS DA SILVA(TITICO DE ADELINO) - prefeito eleito pela ARENA(Aliança Renovadora Nacional), nas eleições municipais de 30 de novembro de 1969.
Mandato:  31 de janeiro de 1970 a 31 de janeiro de 1973.

5. LUIZ ALBERTO GURGEL GUERRA -  prefeito eleito pela ARENA, no pleito municipal de  15 de novembro de 1972.
Mandato: 31 de janeiro de 1973 a 15 de novembro de 1975, renunciou ao cargo por motivos pessoais. 

6. PAULO PINTO BARRA - vice-prefeito eleito pela ARENA, que assumiu o comando da Prefeitura de Felipe Guerra, em virtude da renúncia do titular.
Mandato: 15 de novembro de 1975 a 31 de janeiro de 1977.

7- FRANCISCO CHAGAS DA SILVA - prefeito eleito pela ARENA, em 15 de novembro de 1976.
Mandato: 31 de janeiro de 1977 a 31 de janeiro de 1983.

8- RAIMUNDO LUCIANO DA COSTA PASCOAL - prefeito eleito pelo PDS(Partido Democrático Social), no pleito de 15 de novembro de 1982.
Mandato: 31 de janeiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988

9. HUGO COSTA DA SILVA - prefeito eleito pelo PMDB(Partido do Movimento Democrático Brasileiro) nas eleições municipais de 15 de novembro de 1988. 
Mandato: 01º de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992

10. RAIMUNDO LUCIANO DA COSTA PASCOAL  - eleito pelo PMDB, no pleito municipal de 03 de outubro de 1992
Mandato: 01º de janeiro de 1993 a  31 de dezembro de 1996.

11. HUGO COSTA DA SILVA - eleito pelo PMDB, no pleito municipal de 03 de outubro de 1996.
Mandato: 01º de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000.

12. HUGO COSTA DA SILVA  -  primeiro prefeito de Felipe Guerra  reeleito  para um mandato consecutivo, pelo PMDB, no pleito realizado em 01 de outubro de 2000. 
Mandato: 01º  de janeiro de 2001  a 31 de dezembro de 2004.

13- BRAZ COSTA NETO -  prefeito eleito pelo PMDB em 03 de outubro de 2004.
Mandato: 01º  de janeiro de 2005 a  31 de dezembro de 2008.

14- BRAZ COSTA NETO -  - prefeito reeleito pelo PMDB, em 05 de outubro de 2008
Mandato: 1º de janeiro de 2009 a 7 de novembro de 2012

OBS: Não concluiu seu segundo mandato constitucional, após ser afastado do cargo juntamente com o vice-prefeito Francisco Canindé de Menezes(Chicão),  por decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte(TJ/RN). 

No dia 08 de novembro de 2012, o município de Felipe Guerra ficou sem prefeito. O novo gestor do município, foi empossado no cargo no dia seguinte.

15- PEDRO ALVES CABRAL NETO - vice-presidente da Câmara Municipal de Felipe Guerra, que assumiu a prefeitura após o afastamento do prefeito Braz Costa, do vice-prefeito Chicão e do vereador e Presidente da Câmara Municipal, Paulo César.
Mandato:  09 de novembro de 2012 e governou até 07 de dezembro de 2012. 

16- REGINALDO LUCIANO DA COSTA PASCOAL -  1º Secretário da Câmara Municipal que exercia a função de Presidente interino da Câmara Municipal, assumiu a prefeitura após o afastamento do prefeito interino Pedro Cabral. 
Mandato:  07 de dezembro de 2012 a 31 de dezembro de 2012. 

17- HAROLDO FERREIRA DE MORAIS - prefeito eleito  pelo PSD(Partido Social Democrático), nas eleições municipais de  07 de outubro de 2012
Mandato:  01º  de janeiro de 2013  a  31 de dezembro de 2016. 

18- HAROLDO FERREIRA DE MORAIS -  prefeito reeleito pelo PSB(Partido Socialista Brasileiro),  em 02 de outubro de 2016 
Mandato:  01º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020. 

Veja lista dos vice-prefeitos de Felipe Guerra

*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra-Portal Fatos do RN 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Djalminha


DJALMA LAURINDO DA SILVA JÚNIOR, conhecido por todos como “Djalminha” nasceu no dia 25 de dezembro de 1990 em Felipe Guerra/RN. É filho do casal Djalma Laurindo da Silva e Ângela Maria Torres da Silva.  É irmão de  Pedro Torres Neto e Júlia Poliana Torres Silva. Djalminha  é  acadêmico em Direito na Universidade Potiguar(UNP).  

Seu pai, foi vereador e presidente do poder legislativo felipense por diversas vezes, e fundou o Partido Verde em Felipe Guerra. 

Com o incentivo do pai, decidiu entrar na vida pública e lançou-se como candidato a vereador da Câmara Municipal de Felipe Guerra nas eleições de 2016,  na legenda do Partido Verde(PV).

Djalminha elegeu-se para o cargo com 364  votos, tomou posse no ano seguinte para a legislatura 2017-2020.  Atualmente, é presidente  municipal do PV em Felipe Guerra. 

Em primeiro mandato, já  apresentou e aprovou matérias importantes para a  cidade de Felipe Guerra, como: construção de pontes, construção de posto de saúde, construção de grupo escolar, instalação de câmeras de vídeos monitoramentos, criação do Hino Municipal e da Guarda Municipal, entre outros como manda à lei orgânica municipal.

*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra - Portal Fatos do RN

sábado, 14 de outubro de 2017

Cidade Alta de Felipe Guerra na Data do Abreu

*Por Geraldo Fernandes


Em um minucioso estudo feito em antigos documentos, verificamos que a atual Cidade Alta do município de Felipe Guerra está encravada na famosa “Data do Abreu”. Cuja data teve como seus primeiros donos, os irmãos Domingos Borges de Abreu e Veríssimo de Abreu, pois os mesmos receberam a concessão dessas terras através de Carta de Data de Sesmaria em 7 de abril de 1717.

Podemos constatar ainda através de antigos mapas, que a Data do Abreu tinha seu tamanho de 15.840 metros de cumprido por 5.693 metros de largura. Começava no pé da serra onde a mesma fazia divisa com a “Data do Boqueirão” e seguia em linha reta até encostar com as terras do Algodão e Sítio do Góis. Sendo esses sítios encravado dentro da “Data do Romualdo”, cujo sesmeiro foi Romualdo Machado. Ainda em antigos documentos datados de 1871, se observa claramente que a Data do Abreu no ano de 1868, já pertencia ao Coronel Antônio Francisco de Oliveira. 

Com o falecimento do Coronel Antônio Francisco de Oliveira, a Data do Abreu passou para o domínio de seus herdeiros, tanto é que no ano de 1927, a dita data teve uma nova demarcação, sendo o topógrafo o senhor Francisco Alves Maia. E lá se ver , através do seu mapa, que naquele ano, os herdeiros do Coronel Antônio Francisco de Oliveira, tinham 80% das terras da Data do Abreu. Entre os herdeiros destaco: sua filha Gesumira Gurgel de Oliveira, casada com Tibúrcio Valeriano Gurgel do Amaral,como também  seus dois netos, sendo eles: Tibúrcio Gurgel Filho e Elesbão Gurgel de Oliveira(Padre Elesbão). Os 20% restante da data do Abreu estavam no comando de Joaquim de Sousa Morais e Teonila nogueira de Sousa Barra.

Fonte: Mapa de demarcação da Data do Abreu, ano de 1927

Geraldo Fernandes é pesquisador e historiador e membro da academia Apodiense de Letras.

sábado, 23 de setembro de 2017

O primeiro prefeito de Felipe Guerra


O Coronel da Polícia Militar José Antônio da Silva, nascido em 20 de maio de 1907, natural de Pombal, no Estado da Paraíba. 

Foi nomeado como o 1º prefeito de Felipe Guerra pelo então governador Aluizio Alves, tendo tomado posse no dia 25 de outubro de 1964. Ficando no comando do município até o dia 31 de janeiro de 1965, na oportunidade passava os destinos do novo município para o prefeito eleito, o senhor Eilson Gurgel do Amaral. José Antônio faleceu em Natal no dia 15 de outubro de 2004. 

Fonte: Geraldo Fernandes, pesquisador da história felipense.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Subsídio histórico sobre a comunidade de Santana

*Por Geraldo Fernandes


As terras que compreende a comunidade de Santana, tiveram como primeiros proprietários as irmãs Margarida de Oliveira Nogueira e Antônia de Freitas Nogueira. Ambas irmãs do fundador do Apodi/RN, Manoel Nogueira Ferreira, sendo elas filhas do patriarca Matias Nogueira Ferreira.

No segundo volume das 929 sesmarias do Rio Grande do Norte, encontra-se a doação desta data de sesmaria de número 95, constatando o requerimento de doação das terras que compreende a Lagoa do Pacó entre o Boqueirão e Apanha-Peixe. Cuja doação dessas terras, foi feita por carta de datas de sesmaria expedita no dia 4 de junho de 1740, concessão feita pelo capitão-mor do Rio Grande do Norte, Francisco Xavier de Miranda Henrique. Com o passar dos anos, por volta de 1780, o português Capitão José Fernandes Pimenta, dono da fazenda “Sabe-Muito”, compra boa parte dessas terras que pertenciam a Família Nogueira. Principalmente a Data do Pacó. 

Como surgiu a comunidade de Santana

Como se observa antes não existia “Santana”, era simplesmente "Data do Pacó", foi quando apareceu Pedro Barbosa de Santana, e se casa com Mariana de Jesus, sendo ela filha do Capitão José Fernandes Pimenta e Josefa Maria da Conceição. Pedro Barbosa de Santana, de pronto edificou sua casa e em seguida uma fazenda de gado, próximo a dita comunidade, então quando os viajantes queriam vir a tal fazenda diziam ‘’Vamos lá para a Santana’’, uma referência ao dono da fazenda. A partir daí surgiu o sugestivo nome.

Pedro Barbosa de Santana veio a óbito no dito lugarejo como também sua esposa Maria de Jesus, pois a mesma faleceu no dia 12 de julho de 1792, deixando os seguintes filhos: José Joaquim de Santana, João e Josefa. Desses três filhos, surgiram as seguintes famílias dessa comunidade: Canela, Travessa, Oliveira, Santana e Barbosa.

A Data do Pacó, tinha seu tamanho original de três léguas de cumprido por uma de largura. Segundo documentos oficiais, essas terras era uma das mais cobiçadas da Ribeira do Apodi, tudo por conta da sua exuberante lagoa. No ano de 1815, as terras que compreende a Data do Pacó como também a fazenda já estava sobre o domínio de André de Albuquerque Maranhão, tanto é que a fazenda Pacó foi confiscada no ano de 1817, pelo fato que André de Albuquerque Maranhão era chefe da Revolução Pernambucano no Rio Grande do Norte.

A Vila

Os primeiros moradores que construíram suas casas de pau a pique, ou seja, seus primeiros ranchos, por volta de 1847, foram: João Medeiros, Casimiro Siliveste, que vem ser pai de Juá; Raimundo Cidor Francisco das Chagas de Lima, pai do meu avô Artur; Docá de Mazú, pai de Maria de Juá.

“Fonte: Livro Datas e notas para a História de Apody”, autor Marcos Pintos
Pesquisa de campo feita pelo Autor

*Geraldo Fernandes é pesquisador, historiador, poeta e membro da Academia Apodiense de Letras - AAPOL.

domingo, 17 de setembro de 2017

O apogeu da Cidade Baixa

Por Geraldo Fernandes



No inicio da década de 1970, ao final da década de 1980, a Cidade Baixa em Felipe Guerra vivenciou seus anos de glória. O pequeno município se tornou um dos maiores centros comerciais da região do Alto Oeste Potiguar. Nos antigos armazéns que ainda existem no local, eram armazenados algodão, ceras de carnaúbas, arroz, tecidos e rapaduras, tais produtos eram comercializados na feira local, que era realizada sempre às segunda-feiras. A feira livre da cidade baixa era uma das mais movimentadas do interior do Estado, vários feirantes se descolocavam até a nossa cidade para comprar o arroz vermelho, banana juá, vassoura e o pó de carnaúba. Hoje, a Cidade Baixa ainda mantém na sua arquitetura a memória de tempos gloriosos pelos quais ela passou.

Nos antigos casarões da família Gurgel, ainda é possível observar alguns imóveis que abrigaram instituições importantes, tais como a sede da prefeitura, a sede dos correios, a casa do motor a diesel, que fornecia energia para alimentar as lâmpadas dos postes, o antigo mercado público e uma série de prédios conjugados onde funcionavam armazéns e “bodegas”(mercearias que comercializavam produtos alimentícios). 

Porém no ano de 1985, a Cidade Baixa, vivenciou uma grande enchente, a cidade ficou totalmente inundada, as águas do rio Apodi trouxeram grandes prejuízos para o comércio local. Aja visto que vários prédios não resistiram a força das águas e desmoronaram, os comerciantes do local tiveram prejuízos incalculáveis. Isso fez com que os comerciantes e moradores abandonassem a cidade baixa e passaram a construir suas residências e o comércio na parte alta da cidade e esvaziando a parte histórica. 

*Geraldo Fernandes é pesquisador, historiador, poeta e membro da Academia Apodiense de Letras - AAPOL. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Subsídio histórico sobre Pedra de Abelhas - atual Cidade Baixa

*Por Geraldo Fernandes

Foto:  Valcione Lucena

O Distrito de Pedra de Abelhas, onde hoje é o Bairro Cidade Baixa, foi uns dos primeiros núcleos estradeiros da região do Apodi. Surgiu por conta das constantes cheias do Rio Apodi, que assolava o Sítio Brejo, foi quando Tilon Gurgel do Amaral decidiu construir no ano de 1900 a primeira casa de alvenaria na região da pedra, que mais tarde, passou a se chamar de “Pedra de Abelhas”. 

Ao construir a sua casa na região Alta ou na Pedra, Tilon Gurgel de imediato colocou um pequeno comércio, aja visto que o lugarejo passou a ser um pouso obrigatório para os comboieiros da região do Alto Oeste, que descia com destino a cidade de Mossoró. Com o passar dos anos, o Sr. Tilon Gurgel colocou uma beneficiadora de Arroz e uma descaroçadora de algodão, isso fez com que, o pequeno distrito fosse aos poucos se desenvolvendo e atraindo novos moradores. Como foi o caso do senhor Francisco Diógenes Filho, que percebendo o progresso do novo distrito, resolver investir construindo um grandioso casarão, datado de 1914. Dois anos depois, mais precisamente no dia 15 de setembro de 1916 o Sr. Francisco Diogenes Filho se casava com Caetana Jesumira Gurgel do Amaral, sendo ela irmã legitima de Tilon Gurgel

Nos anos seguintes, o pequeno Distrito de Pedra de Abelhas já se encontrava em pleno desenvolvimento. Para consolidar o progresso do pequeno distrito, o Coronel Tibúrcio Valeriano Gurgel do Amaral resolveu edificar uma capela no ano de 1918, tendo como padroeira Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Cuja primeira missa foi realizada pelo padre Benedito Brasílio Alves no dia 24 de outubro do mesmo ano. 

No final dos anos 20, o pequeno Distrito de Pedra de Abelhas ganhava sua feira livre, onde os pequenos produtores e agricultores, traziam seus produtos para serem comercializados na feira local. Naquela época, todo comércio do pequeno distrito era comercializado no pequeno barracão, aja visto que no lugarejo ainda não existia um mercado publico, 

*Geraldo Fernandes é pesquisador, historiador, poeta e membro da Academia Apodiense de Letras - AAPOL. 

Fonte: Livros pesquisados - O Velho Sobrado de Otto de Brito Guerra, 
Recenseamento rural do Brasil, realizado em 1° de setembro de 1921
Pesquisa de campo realizada pelo autor. 

terça-feira, 16 de maio de 2017

Ubiracy Pascoal

FRANCISCO UBIRACY FEITOZA PASCOAL, natural de Felipe Guerra/RN, nasceu no dia 19 de outubro de 1967, filho de Antonio Pascoal Filho(Tonhô Pascoal) e da professora Abigail Feitoza Pascoal. Criado no Sitio Rosário, zona rural de Felipe Guerra, Ubiracy sempre foi muito ligado ao campo, onde trabalhava na agricultura, na plantação de legumes, como criador de caprinos, ovinos e suínos, sempre fez de tudo um pouco, da padaria ao forno de cal.

É casado com a funcionária pública Maria Lúcia Souza Pascoal, com quem teve dois de seus três filhos: Dr Edpo Kadu Souza Pascoal(medico com especialização em psiquiatria) e Lycia Abigail Souza Pascoal(academica de medicina na Facene Mossoro) e pai tambem de Rômulo Rafael Bezerra Pascoal(formado em enfermagem com especialização em centro cirurgico).

Iniciou o ensino  fundamental na Escola Isolada do Rosário, e concluiu na Escola  Municipal José do Patrocínio Barra, na cidade de Felipe Guerra/RN. Concluiu o ensino médio através do Curso Supletivo da Educação de Jovens e Adultos. Em 2017, iniciou o curso de Gestão Pública na Universidade Paulista - UNIP Apodi. 
                     
Trabalhou como técnico em laboratório no Hospital  Regional Helio Morais Marinho(antiga Fundação Walfredo Gurgel)  na cidade de Apodi/RN, entre 1990 a 1996. Trabalhou no laboratório do Hospital Municipal Dr. Eilson Gurgel, da Prefeitura de Felipe Guerra de 1995 a 1998.

Seu pai Tonhô Pascoal foi vereador por três mandatos, sendo um dos parlamentares presentes na instalação do município de Felipe Guerra no ano de 1963, e sua mãe  que era uma professora  comunista,  fez com que desperta-se em si o desejo de  entrar na política felipense.

Na política Ubiracy sempre tentou enveredar pela esquerda, mas o PSDB acabou sendo o seu primeiro partido político, tendo depois seguido para o PFL e atualmente está filiado no PR. Mesmo assim, considera-se como uma pessoa de centro-esquerda, sem expressar o radicalismo, sempre procurando o tom de conciliador.                  
                     
Logo após as lutas estudantis e sindicais das quais estava envolvido, candidatou-se pela primeira vez ao cargo de vereador de Felipe Guerra na eleição municipal de 1996, sendo eleito pelo PSDB(Partido da Social Democracia Brasileira) com 321 votos, como o segundo mais votado daquele pleito. Em 2000, foi reeleito pelo PFL(Partido da Frente Liberal) obtendo 341 votos.

Na eleição municipal de 2004, foi reeleito para seu terceiro mandato com 420 votos, desta vez pelo PR(Partido da República). Por esse mesmo partido foi reeleito nas eleições de 2008(com 480 votos), 2012(com 421 votos) e 2016(com 415 votos). É o único vereador de Felipe Guerra que possui 06(seis) mandatos  consecutivos, estando atualmente cumprindo o seu mandato para a legislatura 2017/2020. É o parlamentar que possui o maior número de indicações, requerimentos, audiências públicas e leis de sua autoria.

É filiado ao Sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras na agricultura familiar de Felipe Guerra  - SINTRAF FG desde o ano de 2012, e atua como coordenador administrativo e coordenador Regional da UVERN(União dos Vereadores do Rio Grande do Norte).

No ano de 2018, lançou  sua candidatura ao cargo de deputado estadual do Rio Grande do Norte pelo PR, tendo obtido 2.018 votos.  Hoje é presidente do PL felipense. 

*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Felipe Guerra-Portal Fatos do RN 


OBS: Essa publicação poderá ser reproduzida em outros espaços, somente se conter o endereço do link dessa postagem, indicando o autor e a fonte: http://fatosdefelipeguerra.blogspot.com/2017/05/ubiracy-pascoal-vereador.html?m=1

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